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30/07/2009
Obra de R$ 1,6 milhão leva automação de ponta à água de Uberlândia
Sistemas automatizados controlam à distância tratamento e fornecimento da autarquia Dmae, com diminuição de perdas e menor consumo de eletricidade e insumos químicos

Orçada em R$ 1,6 milhão, a segunda etapa do projeto de automação do Departamento Municipal de Água e Esgoto (Dmae) de Uberlândia, em Minas Gerais, entra em operação e já está impactando positivamente a produção de água potável para mais de 600 mil habitantes, com controle total sobre a qualidade da água tratada. Assinada pela Vector Engenharia, empresa com 20 de atuação na área ambiental, a obra contempla a automação do sistema de abastecimento de duas Estações de Tratamento de Água, dando sequência a projeto também implantado pela Vector no município no início do ano passado. Os sistemas de telemetria (medição à distância de equipamentos), implementados na primeira fase, permitiram automação completa em todos os passos do tratamento da água. Esta nova etapa foi entregue em meados do primeiro semestre e agora encontra-se em operação assistida.


Até então, o abastecimento funcionava por meio de modelo parcialmente manual. Com a automação, o Dmae passa a ter telecomando dos sistemas de dosagem de produtos químicos, lavagem dos filtros, análise online da qualidade da água bruta, controle de qualidade da água filtrada, medições da vazão de entrada e saída das Estações de Tratamento (ETA), além da instalação de floculadores mecânicos. O projeto teve prazo de 14 meses, dos quais seis em operação assistida.

Segundo o Dmae, a automação deve também resultar em economia de energia elétrica e de produtos químicos, além de melhorar a etapa de filtração e, principalmente, reduzir o índice de perda de água. As Estações de Tratamento já estão sendo operadas com supervisão à distância pela Central de Controle de Processos, localizada na sede da autarquia. Os operadores da Central podem interferir no abastecimento de água a partir de um sistema supervisório que avisa, por meio de alarmes, eventuais erros durante o processo.

De acordo com Gilberto Sales, diretor técnico da Vector, as estações Bom Jardim e Renato de Freitas, automatizadas nesta segunda etapa, produzem 1,1 mil litros de água por segundo, mas contam com capacidade para elevar a saída a até 1,6 mil litros por segundo. “Na primeira fase, implantamos na Central de Controle duas estações computacionais operando em regime de redundância, que podem ser intercambiadas no caso de falha em uma delas, e ainda outras duas estações em cada ETA”, diz Sales. “A instrumentação de campo está concentrada em unidades remotas autônomas, interligadas entre si e a um Controlador Lógico Programável por meio de rede Profibus e ainda à rede corporativa do Dmae. Instalamos também um novo conceito de medição de nível dos filtros, melhorando a operacionalidade do sistema.”

Sales explica que, com o gerenciamento implantado, a expectativa é de aumento da vida útil dos filtros de 40 para 50 horas, com 20% de redução no consumo de água e de eletricidade. Outro benefício sensível, segundo ele, está no diagnóstico instantâneo de falhas, dando maior segurança ao processo de tratamento e aumentando a vida útil dos equipamentos e instalações. Além disso, a autarquia passa a contar com dados históricos gerenciais e pode reduzir o quadro de operadores das estações de tratamento, transferindo os profissionais para áreas mais nobres. “Mas o principal”, diz Sales, “é que a automação garante um padrão homogêneo de alta qualidade da água tratada entregue à população.”



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