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06/04/2015
CKC cria passo a passo de vistoria para proteção passiva contra fogo
Pequeno manual da empresa líder do setor esclarece sobre o uso e controle de materiais de acabamento e revestimento de acordo com a nova Norma de Desempenho 15.575, da ABNT

Referência nacional em proteção passiva contra incêndios, a CKC do Brasil criou um pequeno passo a passo para empresários da construção civil que não querem correr o risco de ver suas companhias em maus lençóis por não adequação de segurança e de controle de materiais à nova Norma de Desempenho 15.575.

Em vigor desde 2014, após um longo período de revisão pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), a versão atualizada da NBR 15.575 regula parâmetros de qualidade e níveis de desempenho inteligente de edificações comerciais e residenciais, sem limite de pavimentos, aumentando o rigor na especificação e escolha de produtos como portas, paredes de vedação, janelas, pisos, revestimentos e coberturas.  

“O mercado brasileiro ainda está absorvendo e se adequando à NBR 15.575”, diz Rogério Lin, Diretor de Desenvolvimento de Mercados da CKC do Brasil.

Segundo o executivo, uma das preocupações da Norma de Desempenho é assegurar que materiais combustíveis de acabamento e revestimento atendam à classificação de propagação superficial de chamas e emissão de fumaça. Como o uso desses materiais é muito comum na construção civil, muitas vezes se faz necessária a aplicação de produtos retardantes de chamas sobre pisos, paredes, forros, madeiras, tecidos e carpetes.

“O uso de retardantes ensaiados e testados por laboratórios assegura o cumprimento da norma, mas é muito importante buscar empresas de credibilidade e exigir os laudos de ensaio”, afirma Rogério Lin, da CKC do Brasil, empresa presente há 17 anos no mercado nacional e líder no segmento de proteção passiva contra fogo.

O manual da CKC do Brasil para vistoria CMAR (Controle de Materiais de Acabamento e Revestimento)

1. Identifique em seu estabelecimento quais os materiais combustíveis a serem utilizados e onde serão empregados (forro, revestimento de parede, piso ou cobertura)

2. Desenhe e especifique em seu projeto ou plantas onde estão os materiais a serem tratados com retardantes a fim de atender às normas e classes exigidas (normalmente é a Classe II-A) para baixos índices de propagação superficial de chamas e de emissão de fumaça

3. Calcule as áreas de cada superfície a ser protegida e separe-as por tipo de material

4. Após o diagnóstico, certifique-se que os produtos e serviços de proteção contra fogo atendem às exigências dos Bombeiros. (Se o material já possui laudo de ensaio, solicite ao fabricante documentos que comprovem que o produto está dentro da lei. Lembre-se que esses documentos terão que ser apresentados na vistoria do Corpo de Bombeiros do seu Estado)

5. Questione o acabamento final do produto. Alguns produtos oferecidos no mercado possuem estética que pode danificar o seu substrato, ou seja: prefira sempre produtos à base d’água

6. Ao adquirir produto retardante, você deverá aplicá-lo de acordo com as especificações do fabricante e solicitar o acompanhamento de um engenheiro. (A CKC Brasil recomenda sempre optar pela contratação de um aplicador qualificado com corpo técnico em Engenharia Civil, Química ou Mecânica. Ao oferecer um serviço qualificado de aplicação do produto, você terá garantias sobre o serviço, ART (Anotação de Responsabilidade Técnica) reconhecida no CREA e orientações para aprovar o seu projeto com mais tranquilidade)

7. Importante frisar que durante a vistoria os bombeiros solicitarão uma ART (Anotação de Responsabilidade Técnica) e laudos de ensaio dos materiais empregados. Anexe também aos documentos uma cópia da Nota Fiscal do produto e da NF emitida pela empresa aplicadora (caso houver). (Muitas empresas que vendem produtos de proteção passiva contra fogo fornecem um certificado impresso que fica também disponível para consulta online, em substituição às cópias de laudos de ensaio. Esses certificados, que mencionam local da obra, número da nota fiscal, produtos utilizados e certificações e normas atendidas, entre outras informações importantes, são aceitos pelos Bombeiros desde que a empresa emissora seja de credibilidade e coloque à disposição documentos e laudos de ensaios realizados).


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